O fundo imobiliário RECT11 firmou um contrato de locação com a Everest Consultoria e Assessoria Empresarial Ltda. para ocupar um conjunto comercial no Evolution Corporate, localizado em Alphaville, no município de Barueri (SP). A negociação representa uma redução de 0,49 ponto percentual na vacância da carteira.
O acordo contempla uma área de 421,60 m², correspondente ao conjunto 1103, no 11º andar do edifício. O prazo contratual estabelecido entre as partes é de cinco anos, equivalentes a 60 meses.
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A administradora comunicou a operação ao mercado nesta terça-feira (3), por meio de fato relevante. Apesar da contratação, não haverá alteração imediata nos rendimentos distribuídos pelo fundo imobiliário RECT11.
A nova ocupação ocorre paralelamente a outras movimentações de inquilinos. Segundo o comunicado, após a conclusão das devoluções de espaços em andamento, a taxa de vacância do fundo deverá atingir 10,91%.
Dessa forma, embora o contrato recém-assinado contribua para a ocupação do Evolution Corporate, as desocupações previstas também influenciarão o indicador consolidado da carteira.
A gestão informou que continua buscando interessados nos conjuntos disponíveis, com o objetivo de ampliar a área locada dos empreendimentos.
RECT11 apresenta mudanças na carteira de imóveis corporativos
Os dados operacionais mais recentes do FII RECT11, referentes a setembro de 2026, apontavam uma área bruta locável (ABL) de 86,6 mil m² e ocupação física de 91,6%.
Naquele mês, o portfólio passou por alterações relacionadas tanto à alienação de propriedades quanto à devolução de áreas anteriormente alugadas.
Uma das mudanças envolveu o Canopus Corporate, também situado em Alphaville. O Grupo Gennius Brasil desocupou uma unidade de 1.137,22 m², conforme movimentação que já havia sido comunicada em maio.
Outra atualização foi a conclusão da venda do imóvel da Avenida Europa, 884, na capital paulista. Com o encerramento da operação, a propriedade deixou de integrar a carteira imobiliária.
Após esses acontecimentos, 89,7% dos ativos do RECT11 estavam alocados diretamente em imóveis. Os créditos a receber provenientes de vendas imobiliárias representavam outros 8,4% do total.
A carteira do fundo RECT11 apresentava, em setembro, contratos com prazo médio de 3,58 anos.
Quanto aos índices de reajuste, 72% das receitas imobiliárias estavam vinculadas ao IPCA, enquanto os 28% restantes acompanhavam o IGP-M.
Essa composição determina como os valores contratuais são atualizados ao longo do tempo, conforme as condições previstas em cada locação.
Com a entrada da Everest no Evolution Corporate, o RECT11 amplia a ocupação de um de seus empreendimentos, enquanto mantém negociações para comercializar outros espaços disponíveis na carteira.