O fundo imobiliário VGIP11 definiu o pagamento de R$ 0,67 por cota em dividendos, com distribuição programada para 20 de outubro de 2026.
Os valores correspondem aos resultados de setembro e serão destinados aos investidores que atenderam às condições estabelecidas pelo fundo.
O maior desconto desta Black Friday não está em nenhuma vitrine. Está no tempo que você pode ganhar até parar de trabalhar. Na live Suno Friday, mostramos como é possível chegar à independência financeira em idades completamente diferentes. Garanta sua vaga gratuita.
Para participar dessa distribuição, era necessário possuir cotas do fundo VGIP11 no encerramento do pregão de 13 de outubro. Essa data foi utilizada como referência para identificar os cotistas com direito aos rendimentos.
Com base na cotação de R$ 71,56 registrada no fechamento de setembro, o pagamento anunciado representa um dividend yield mensal aproximado de 0,94%.
Os investidores pessoas físicas poderão receber os dividendos do VGIP11 com isenção de Imposto de Renda, desde que cumpridos os requisitos previstos na legislação vigente.
Assim, o próximo repasse dos rendimentos do VGIP11 está marcado para 20 de outubro, considerando as posições mantidas pelos cotistas na data de corte.
VGIP11 amplia posições em CRIs e mantém carteira concentrada em títulos de inflação
O VGIP11 realizou novas aplicações em recebíveis imobiliários durante agosto de 2026, reforçando investimentos que já integravam seu portfólio.
De acordo com as informações mais recentes divulgadas pela gestão, o fundo destinou R$ 33 milhões à aquisição de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), com aumento das posições no CRI Realiza e no CRI Projetos Residenciais SP 2S.
No mesmo período, foram recebidos R$ 5 milhões em amortizações de títulos, incluindo pagamentos previstos contratualmente e liquidações extraordinárias.
Essas movimentações ocorreram em uma carteira que reunia 48 operações de crédito imobiliário ao término de agosto.
O volume aplicado em CRIs alcançava aproximadamente R$ 1,06 bilhão, correspondente a 100,1% do patrimônio líquido do fundo imobiliário VGIP11.
Shopping centers e imóveis residenciais lideram exposições
Na distribuição setorial dos investimentos, os shopping centers representavam a maior participação, com 22,8% da carteira.
O segmento residencial aparecia logo em seguida, respondendo por 22,0% dos recursos alocados.
As operações de crédito pulverizado correspondiam a 18,0%, enquanto os ativos ligados à logística concentravam 14,2%.
Os contratos built to suit (BTS), por sua vez, representavam 10,8% dos investimentos do FII VGIP11.
A composição refletia a diversificação dos recebíveis entre diferentes atividades imobiliárias, embora a estratégia permanecesse direcionada principalmente a títulos corrigidos pela inflação.
Ao final de agosto, 99,4% dos CRIs estavam vinculados ao IPCA, enquanto os 0,6% restantes possuíam remuneração atrelada ao IGP-M.
A gestão do VGIP11 também mantinha instrumentos de maior liquidez para preservar a capacidade de realizar novas alocações conforme surgissem oportunidades de investimento.

