O fundo imobiliário VIUR11 registrou um resultado negativo em fevereiro, encerrando o mês com R$ -1,103 milhão, equivalente a R$ -0,041 por cota. Diante desse resultado, o fundo não realizou distribuição de rendimentos aos cotistas no período.

A receita proveniente dos imóveis somou R$ 414 mil no mês. Já o resultado financeiro ficou negativo em R$ 923 mil, impactado principalmente pelas despesas com juros relacionadas às obrigações assumidas na aquisição a prazo de ativos imobiliários. 

Esse efeito foi parcialmente compensado pelos rendimentos obtidos com aplicações financeiras do caixa do fundo imobiliário VIUR11, mas ainda assim resultou em saldo financeiro negativo.

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Segundo informações já divulgadas anteriormente pela gestão, a expectativa é de que não haja pagamento de dividendos até dezembro de 2026. 

Essa estimativa foi apresentada em fato relevante divulgado em 11 de dezembro de 2025 e reflete a situação atual do fundo. A gestora ressalta que projeções de rentabilidade não devem ser interpretadas como promessa ou garantia de retorno futuro.

Venda de ativos do VIUR11

No âmbito das mudanças recentes no portfólio, o FII VIUR11 concluiu a venda de seis dos sete imóveis que compunham sua carteira. Como parte da transação, o fundo recebeu 1.571.474 cotas do TRXF11, emitidas ao preço de R$ 100,33 por unidade.

Durante o mês de fevereiro, parte dessas cotas foi vendida com o objetivo de gerar liquidez suficiente para formar uma conta garantia prevista na operação, no valor de R$ 49 milhões. 

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Após essas vendas, o fundo encerrou o mês com 1.166.143 cotas do TRXF11 em carteira. Considerando a cotação de fechamento de R$ 92,96 por cota, essa posição correspondia a aproximadamente R$ 108,4 milhões.

No mesmo período, o fundo VIUR11 apresentava posição de caixa líquido próxima de R$ 158,7 milhões. A gestão informou que as vendas necessárias para constituir a conta garantia já foram concluídas.

Em relação à amortização parcial de cotas aprovada em 29 de dezembro de 2025, a gestão do fundo segue trabalhando para viabilizar a devolução de parte relevante do patrimônio aos investidores nesta primeira etapa. 

Em breve, deverão ser divulgados os valores e os procedimentos relacionados à amortização, bem como as orientações necessárias para o correto tratamento tributário da operação. As informações serão formalizadas por meio de novo fato relevante do VIUR11.