Em relatório gerencial relativo a fevereiro, o fundo imobiliário XPPR11 divulgou que apresentou um resultado mensal de R$ 1,22 milhão. Este valor foi 44,4% menor em comparação ao resultado de janeiro, que havia sido de R$ 2,20 milhões.

O resultado de fevereiro do FII XPPR11 foi decorrente de receitas de R$ 2,01 milhões e despesas de R$ 791,4 milhões.

Em fevereiro, o fundo XPPR11 declarou a distribuição de R$ 0,10 por cota para os investidores posicionados nas contas do FII em 28 de fevereiros. Estes rendimentos serão distribuídos no dia 14 de março.

Segundo o XPPR11, os dividendos mais recentes correspondem a um divideld yield anualizado de 4,0% em relação ao valor da cota de mercado no fechamento de fevereiro (R$ 30,30 por cota).

No mês anterior, o fundo imobiliário XP Properties havia realizado a distribuição de R$ 0,30 por cota.

Justificativa para a redução de dividendos do XPPR11

O XPPR11 comenta que, em 28 de fevereiro, havia comunicado ao mercado contextualizando a “redução significativa” na oferta de dividendos “no âmbito da estratégia de uniformização de seu patamar em consonância com o fluxo de caixa do semestre".

De acordo com o XP Properties, estes foram os principais fatores que resultaram nessa diminuição:

  • (i) o alto nível de vacância física do portfólio investido (cerca de 46% da área total disponível para locação); e
  • (ii) o encerramento da carência do CRI Itower 1 e 2.

Segundo o XPPR11, com o intuito de reduzir os impactos gerados pelas despesas financeiras dos CRIs e diminuir o volume das obrigações assumidas pelo FII “no âmbito das aquisições de seus imóveis, a gestora, dentre outras estratégias, está em tratativas avançadas para a realização da Potencial Transação no montante de aproximadamente R$ 200 milhões”.

Liquidez do XP Properties em fevereiro

No segundo mês deste ano, foram negociadas 230,0 mil cotas do FII XP Properties. O volume movimentado foi de R$ 7,2 milhões no período.

A liquidez média diária do XPPR11 na bolsa de valores brasileira foi de R$ 0,4 milhão.