Por meio de relatório sobre recomendação de ativos, a XP indicou mudanças em sua carteira de fundos imobiliários. As modificações visam buscar assimetrias de mercado que possam maximizar o retorno total do cotista.

Os analistas recomendaram saída do fundo HGBS11 e indicaram a entrada do FII TEPP11, Além disso, a XP também reduziu a exposição em HGRU11, LVBI11 e XPCI11, aumentando a participação em RBRF11 e VGIR11.

A carteira recomendada continua com exposição em 45% de fundos de papel, que investem majoritariamente em CRIs. Os analistas acreditam que a inflação ainda seguirá elevada no curto prazo. Por essa razão, os fundos imobiliários de CRI continuam com peso relevante na carteira da XP.

Entre os fundos de CRI, a XP destaca o MCCI11, que tem um caráter defensivo tal qual a carteira recomendada. O dividend yield anualizado é de 12,3%, e os pagamentos de dividendos de R$ 0,95 por
cotas devem ser mantidos ao longo do segundo semestre de 2023. Veja abaixo a carteira completa:

  • XPCI11
  • KNCR11
  • CPTS11
  • RBRR11
  • MCCI11
  • VGIR11
  • HGRU11
  • TGAR11
  • BRCO11
  • LVBI11
  • PVBI11
  • TEPP11
  • RBRF11
  • XPML11

    Os setores dos fundos imobiliários recomendados pela XP

    A XP também indica maior exposição em fundos de tijolos, principalmente os FIIs de lajes corporativas (17,5%) e galpões logísticos (15%). Os analistas destacam a menor volatilidade dos fundos de galpões e a resiliência do setor de lajes corporativas, que segue com fundos com bons fundamentos.

    Outro segmento que recebeu destaque da XP foi de fundo de fundos. Com o mercado em alta, esses FIIs possuem potencial de alta, estando em um "bom ponto de entrada".

    A carteira recomendada de fundos imobiliários é composta por 14 ativos recomendados pelos analistas da XP.

    A performance dos FIIs indicados foi de 1,97% em julho, acima do IFIX, que apresentou performance de 1,33%.

    Por fim, esta matéria não representa qualquer indicação de compra e venda de fundos imobiliários pelo FIIs.com.br.