O fundo imobiliário RECR11 confirmou o pagamento de R$ 0,6182 por cota em dividendos, com distribuição prevista para 15 de outubro de 2026. Os rendimentos correspondem ao desempenho de setembro e serão destinados aos investidores que cumpriram a data-base estabelecida pelo fundo.

Terão direito aos valores os cotistas que possuíam cotas até o encerramento das negociações de 7 de outubro. Dessa forma, quem adquiriu participação no fundo imobiliário RECR11 a partir do dia 8 não estará incluído no pagamento anunciado para este mês.

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A remuneração representa um dividend yield mensal estimado em 0,82%, considerando a cotação de R$ 75,35 registrada no fechamento de agosto.

O FII realizará o crédito dos rendimentos automaticamente nas contas dos investidores elegíveis, por meio das respectivas corretoras. Não será necessário apresentar solicitação para receber os recursos.

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Os dividendos do RECR11 são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas que atendam aos requisitos previstos na legislação. 

Investidores que não participaram da data de corte poderão ter direito às distribuições futuras, conforme as condições definidas em cada anúncio.

RECR11 mantém 96% dos recursos investidos e movimenta carteira de CRIs

A carteira do fundo RECR11 encerrou setembro de 2026 com 96% dos recursos alocados, segundo o relatório gerencial mais recente. O portfólio reunia 99 operações de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), além de seis investimentos em outros fundos imobiliários.

Na composição geral dos ativos, aproximadamente 93% estavam direcionados a recebíveis imobiliários. As participações em FIIs e imóveis correspondiam a cerca de 3% cada.

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A distribuição setorial da carteira de CRIs do FII RECR11 apresentava maior concentração em incorporação imobiliária, responsável por 33% dos investimentos. Loteamentos representavam 17%, enquanto hotelaria e investimentos imobiliários respondiam por 13% cada.

Quanto ao perfil das operações, 74% estavam associados ao risco de crédito corporativo. Os 26% restantes eram classificados como créditos pulverizados, com exposição distribuída entre diferentes devedores.

O RECR11 também apresentava diferentes estruturas de remuneração nos títulos de crédito. Os CRIs vinculados ao IPCA convencional representavam 52% da carteira, enquanto 28% utilizavam mecanismos de proteção contra variações negativas da inflação. Outros 17% estavam indexados ao CDI.

Em relação à distribuição geográfica das garantias, os imóveis associados às operações estavam localizados em 14 estados brasileiros, com maior presença em São Paulo.