O IFIX, principal índice de fundos imobiliários da Bolsa de Valores brasileira (B3), terminou a sessão de hoje (27) com ganho de 0,36%, aos 2.827,24 pontos, com a máxima de 2.828,81 pontos e a mínima de 2.817,19 pontos. RBRP11, XPML11 e KNRI11 foram destaques do pregão.

O RBRP11 disparou 6,19% na sessão de hoje (27). O fundo liderou os ganhos do pregão e alcançou sua maior cotação de fechamento de 2023. Além disso, foi a maior valorização diária do fundo desde agosto de 2022.

O FII XPML11 teve uma alta de 3,38%, e fechou o dia cotado a R$ 103,38. Por outro lado, o fundo KNRI11 registrou uma perda de 0,81%, a R$ 143,83, sendo um dos destaques negativos.

Na lista de maiores altas do IFIX hoje, além do RBRP11, também estão os fundos imobiliários HCTR11, HGRE11, DEVA11 e RZAK11.

Entre as principais quedas do dia, se destacou o RCRB11, com baixa de 3,36%, seguido pelos FIIs SARE11, XPCI11, HGFF11 e VIUR11.

Maiores altas do IFIX

As 5 maiores altas do IFIX hoje foram:

TickerPorcentagem
RBRP11+6,19%
HCTR11+4,99%
HGRE11+4,92%
DEVA11+4,16%
RZAK11+3,85%

Maiores quedas do IFIX

As 5 maiores quedas do IFIX hoje foram:

TickerPorcentagem
RCRB11-3,36%
SARE11-2,95%
XPCI11-1,89%
HGFF11-1,76%
VIUR11-1,37%

Cotação do XPML11 retoma níveis pré-pandemia

Após a valorização de hoje, o fundo imobiliário XPML11 tem uma performance positiva de 3,77% na semana e de 9,13% no mês de abril.

No ano de 2022, o fundo XPML11 encerrou cotado a R$ 92,56. Assim, a valorização do fundo em 2023 é de 11,7%.

O XPML11 alcançou a sua maior cotação de fechamento desde 6 de março de 2020, anterior ao “crash” dos ativos de renda variável ocasionado com a pandemia, o que inclui os FIIs e as ações de empresas.

Nos últimos 12 meses, os dividendos do XPML11 somam R$ 9,00 por cota, perfazendo um dividend yield de 8,62%.

O valor de mercado do XPML11 é de R$ 2,226 bilhões, enquanto o patrimônio líquido é de R$ 2,101 bilhões, equivalente a R$ 98,60 por cota.

Assim, o preço sobre valor patrimonial (P/VP) do XPML11 é 1,06, sendo negociado com um ágio de 6% na Bolsa de Valores brasileira, ao contrário de muitos FIIs, que no cenário atual estão com desconto na B3 em relação ao valor patrimonial.